E-commerce supera os efeitos da pandemia

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Efeitos da pandemia: como o e-commerce mundial superou os desafios da Covid-19

No meio empresarial, costuma-se dizer que crises representam oportunidades. 

Nada mais apropriado para explicar os efeitos da pandemia no e-commerce, segmento que cresceu 75% mesmo diante da crise mundial provocada pelo coronavírus.

Essa verdadeira demonstração de força só comprova que o comércio eletrônico já está consolidado como um dos canais de compra preferidos pelos consumidores.

Em meio a esse sucesso todo, uma solução se destaca frente às outras: o modelo Pick Up & Drop Off, mais conhecido pela sigla PUDO.

Como veremos ao longo deste conteúdo, foi ele um dos principais responsáveis pelo incremento nas vendas de diversas empresas e por manter o consumo ativo em certos países.

Então, se você está à frente de uma loja online, não deixe de acompanhar as próximas linhas para saber de que forma os pontos de retirada e outras soluções logísticas estão revolucionando o varejo online.

Efeitos da pandemia no e-commerce 

A pandemia de coronavírus que varreu o mundo a partir de 2020 deixou para trás um rastro de milhões de mortos e infectados, gerando uma enorme crise de saúde pública e também econômica.

Isso não só pelas despesas públicas e privadas com serviços médicos, mas também pela própria redução da força de trabalho provocada pela disparada no número de casos da doença.

Para conter a pandemia, as autoridades de saúde implementaram medidas como o isolamento social e o fechamento do comércio considerado não essencial em algumas situações.

Outra medida foi a adoção do home-office, cuja oferta de vagas de trabalho aumentou em 300% com a pandemia.

E para o e-commerce, quais foram as consequências?

É o que vamos saber a seguir. Acompanhe!

No Brasil

O coronavírus causou um estrago sem precedentes entre os brasileiros.

Em junho de 2021, o país ultrapassou a marca de meio milhão de mortos e mais de 17 milhões de infectados.

Evidentemente, a economia também sentiu os efeitos devastadores da doença. Tanto que, em 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encolheu 4,1%, o pior resultado em 24 anos.

Mas nem tudo é notícia ruim em meio à pandemia.

Uma prova disso é o crescimento do e-commerce que, já no primeiro mês depois de decretado o estado de emergência pela ONU, cresceu incríveis 180% só no setor de supermercados.

Desde então, o comércio eletrônico só fez prosperar, registrando, após um ano de pandemia, crescimento de 73,88%.

Em 2021, o PIB também voltou a crescer, retornando ao patamar pré-pandemia.

No mundo

A situação do e-commerce não é diferente em outros países do mundo.

A verdade é que a pandemia só fortaleceu o setor, que passou a ser a solução para o consumo em quase todos os nichos de mercado.

De acordo com a ONU, o comércio eletrônico faturou US$ 26,7 trilhões em todo o mundo, turbinado pelo Covid-19.

Países como China e Coreia do Sul tornaram-se recordistas em crescimento em termos percentuais, registrando 24,9% e 25,9% de incremento nas vendas online, respectivamente.

Na Inglaterra, as vendas aumentaram 23,3% durante a pandemia e, nos Estados Unidos, o aumento foi de 14%.

Números expressivos e que só reforçam a enorme relevância que o comércio eletrônico adquiriu desde que o coronavírus espalhou-se mundo afora.

Principais desafios da Covid-19 para o varejo online

Você talvez já tenha escutado a famosa frase que Peter Parker, o Homem-Aranha, escutou certa vez do tio Ben: “Grandes poderes exigem grandes responsabilidades”.

Ela cai como uma luva para o e-commerce no momento atual, em que o comércio eletrônico ganhou ainda mais poderes para suprir a demanda mundial por produtos.

Se a nova realidade traz a perspectiva de crescimento acelerado, por outro, ela também traz desafios.

Entre os principais está o próprio aumento na demanda, que exige dos e-commerces grande capacidade de articulação com os nós da cadeia de suprimentos.

Ou seja: quem não contar com meios variados para garantir suas entregas perderá receitas e clientes. 

Afinal, o consumidor de hoje é omnichannel, que tem como característica se relacionar com várias marcas ao mesmo tempo e em seus diversos canais.

Para ajudar a superar esses desafios que empresas de vários segmentos estão aderindo ao PUDO.

Iniciativas PUDO para vencer obstáculos da pandemia

É bom destacar que o PUDO não está relacionado apenas à compra online para coleta na loja da marca.

Na verdade, podemos dizer que se trata também de um conceito, já que ele apresenta variações.

Tanto que, nos países de língua inglesa, é também conhecido como BOPIS (Buy Online, Pick Up in Store).

Uma de suas variações, por exemplo, é o sistema de vendas curbside, ou seja, de vendas na calçada, muito utilizado pelo varejo na pandemia.

O que não falta são casos de sucesso de uso do conceito PUDO para alavancar as vendas e como alternativa de entregas.

Alguns deles vamos conhecer a seguir. Confira!

Austrália 

No maior país insular do mundo, as vendas online também dispararam durante a pandemia.

Com o aumento na demanda, formou-se uma tendência de crescimento para o comércio eletrônico que deve perdurar por muito mais tempo.

Uma pesquisa publicada no site Post & Parcel revela que 65% dos australianos pretendem comprar mais online nos próximos 12 meses.

O levantamento traz, ainda, outras revelações que dão o tom do comércio virtual em tempos de pandemia.

Por exemplo: 34% dos 1.010 respondentes declararam preferir comprar online em detrimento da loja nos próximos meses, mesmo com o afrouxamento das restrições de circulação.

Outro dado interessante é que, quanto mais jovem for o consumidor, maior a chance de ele deixar de comprar na loja física.

Enquanto 45% das pessoas entre 18 e 50 anos preferem comprar online, apenas 19% das pessoas acima de 50 anos dizem ter essa preferência.

Estados Unidos 

Na maior economia do mundo, os Estados Unidos, a Covid-19 provocou um aumento de 81% nos pedidos de entrega de alimentos via pontos de retirada.

A propósito, é nos EUA que as estatísticas se mostram amplamente favoráveis ao e-commerce, com números realmente espetaculares.

O portal Digital Commerce 360º, por exemplo, constatou que, só pelo sistema BOPIS, as vendas aumentaram 208% em razão do coronavírus.

No ano da pandemia, as vendas online subiram a sua participação no varejo para 21,3% em território norte-americano.

Uma das formas de suprir essa demanda maior tem sido o curbside pick up, já disponível entre 43,7% dos varejistas rankeados no Top 500 do Digital Commerce 360º.

Dollar General

A Dollar General é uma rede de lojas de variedades nos Estados Unidos. 

Há alguns anos, ela introduziu o sistema de click & collect, no qual o cliente compra online para retirar na loja física.

Essa estratégia foi fundamental para a loja aumentar as vendas em 27,6%, saltando para o faturamento de US$ 8,4 bilhões no primeiro trimestre de 2020.

Podemos dizer que o sistema salvou a empresa, já que permitiu que a loja fosse capaz de continuar aberta durante as restrições de circulação impostas ao longo da pandemia.

Kibo 

Se a demanda para o varejo só fez crescer com a pandemia, com as empresas desenvolvedoras de plataformas de e-commerce, não seria diferente.

Uma delas, a Kibo, “explodiu” suas vendas, com um aumento de 563% no número de pedidos graças ao BOPIS.

Os pedidos online, em geral, aumentaram 193% no período de um ano, se comparado com o ano anterior à pandemia de Covid-19.

Imagine se o seu e-commerce conseguisse um crescimento assim em um período tão curto de tempo?

Pois o modelo PUDO vem mostrando que isso é perfeitamente possível, desde que seja implementado do jeito certo e com uma parceria especializada.

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Walmart

Logo no início da pandemia, a Walmart, uma das maiores cadeias de lojas varejistas do mundo, anunciou um novo sistema de entregas expressas.

Nele, o cliente compra online para retirada em uma das 4.743 unidades em território norte-americano.

E o que é melhor: dentro de apenas duas horas.

Não por acaso, as vendas online da gigante varejista aumentaram 69% no último terço do ano da pandemia.

Os resultados têm sido tão positivos que o CEO da cadeia de lojas, Doug McMillion, disse estar mais preocupado agora em melhorar a qualidade do sistema do que em ampliar sua capacidade.

Qualifique as entregas no e-commerce com ou sem crise

Todas as projeções apontam para o crescimento do comércio eletrônico, mesmo depois que a pandemia passar.

Isso significa que quem começar desde já a se planejar vai estar em vantagem perante a concorrência quando tudo estiver sob controle.

Para isso, a melhor solução é aderir ao PUDO que, como vimos ao longo do conteúdo, é o sistema que vem proporcionando os melhores resultados.

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Com a nossa tecnologia logística, ajudamos o mercado a reduzir custos de frete, contribuindo para criar uma distribuição mais eficiente e um mundo mais sustentável.

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